Oº°¿¨ TE CHUPO TODO ¨¿°ºO
  

:: BRAZILIANS SARDINHAS PARTY ::

Cheguei a conclusão que esses enredos de filmes que retratam festinhas americanas, tipo American Pie, são totalmente verossímeis até mesmo para pobres brasileiros afim de uma boa curtição. Cada pitada neste tempero só me fez crer que tudo pode acontecer, voltar aos embalos de um pré-adolescente a participar de um filme tipicamente Tio Sam. Taí, por que não acreditar que o Fábio Jr. sabia do tsunami através de um contato com extraterrestre?

Como de costume, continuo a colocar um suspense no primeiro parágrafo, mas essa pirâmide textual ainda vai ser bem afunilada (rs). Primeiro relatarei de forma bastante crítica do que vivenciei nesta última sexta-feira. Voltei a pisar meus pezinhos numa balada da Vila Olímpia - para horror de muitos que estão a ler esse post -, tudo pelos amigos que iria rever, mas, ao pé da rima "EU EU EU A GENTE SE FODEU". Carreguei a minha companheira Milena para esse cárcere musical, já na fila sentimos um enorme calafrio do tipo "ONDE EU VIM PARAR, SÓ TEM CRIANÇA AQUI!". E, realmente, senti-me à espera de brincar na piscina de bolinhas ao invés de entrar na tal Arehna.

Depois de colocarmos o terror no segurança por reclamar da faixa etária alheia, o negão de dente vazado entrou no clima e partiu para o interrogatório "O R.G. POR FAVOR", enquanto se escutava ao fundo o desespero da garotada por ter de ligar para o "papi" voltar para buscar mais cedo o rebanho. Tudo bem, está no inferno é pra se queimar e eu iria ver os meus amigões, não é mesmo? Pois é, levei o maior cano deles (para eles um alívio), só que essa não foi a pior irritação e, sim, pela casa vender uma Itaipava por R$ 7,00. UM ROUBO!

Fizemos alguns amigos até que tocou a nossa música, Candy Shop, para a invasão geral da pista da Xuxa. De volta aos tempos de criança e até que curtimos muito... muito mesmo... hahaha. As tias causando na "fanfarrinha" e a rima final é "ERTE ERTE ERTE A GENTE SE FODE MAS SE DIVERTE".

Gra, Rubico Jeremias e Mi

"Hoje vai ter uma festa, bolo, guaraná, muito doce pra você"... Olha eu e a Mi no canto da foto, hahaha

O nosso amiguinho 21... hahaha

Por que "Brazilians Sardinhas Party"? Se existe a versão canarinho do "Big Brother", "Surviver", "Show do Milhão", "American Idol" etc, por que não a nossa "American Pie" verde e amarela? Uma super festinha num sítio em Mairiporã, regada a muita cerveja e gente interessante, ou seja, a gente mesmo que era interessante lá (rs). Olha só a galera do mal: eu, Mi, Jú, Dan, Roberta, Mari e Vivi.

Sabe quando naqueles filminhos surge um arrastão de estudantes a invadir a casa de um nerd inocente? Foi assim que chegamos. E daí pra frente só alegria! Brincadeirinhas de vira-vira com a Roberta, fanfarrudas na cozinha, papos alternativos pouco ousados e, de repente, um ser estranho no canto escuro da sala lendo uma revistinha em quadrinhos do Tio Patinhas. Mais tarde ele me aparece com as meias pretas para o ar, para depois atacar os armários da cozinha e traçar DUAS LATAS DE SARDINHAS E UM PATÊ PODRES!!! (sem contar o cheiro na costeleta do Élvis).

Depois dessa cena a baixaria começou a rolar. Se quebrava um copo lá vinha o ESPINHOSO NERD (tradução: espinhento+horroroso nerd) para lamentar o acidente "MEU DEUS, OS COPOS DA FAMÍLIA". Mais tarde nossa digníssima amiga Jú, após Cubas e mais Cubas, lascou o seu jato estomacal para dentro do VASO VERDE e o anfitrião "MEU DEUS, O VASO PREDILETO DA MINHA MÃE". Feijão e cenoura no chuveiro, Vivi havia deixado o seu rastro do almoço de quinta e, novamente, "MEU DEUS, NO MEU BANHEIRO NÃO". Para mais uma encharcada na colcha provinda de mais um azedinho e, mais uma vez, "MEU DEUS, ESSA É A CAMA DOS MEUS PAIS".

Ao som do trio "cabelos espetados", dançamos a extraordinária Festa do Apê, Sandra Rosa Madalena, Cowboy Viado (para desconforto do Dan) e outros sucessos memoráveis, claro que não faltou Candy Shop. Se as portas dos quartos batiam sem parar, o negócio era espiar mesmo ou participar de um lual improvisado, mas nada rolou porque havia câmeras escondidas (não sou ídolo de ninguém!).

Ah sabiam que se você sente frio é que está tendo uma convulsão? Pois é, de acordo com a teta caída cheia de estria, ficar sentada numa cama, conversando com amigos e comentar que a noite está fria, fatalmente você deverá ser removido para o hospital mais próximo - como eu queria socar ela, hahaha.

Havia dito sobrea quantidade de bebida exacerbada, porém nada de petisquinhos, nadica de nada - não conto os restos espalhados pela casa, por favor. Em busca de uma solução, a dupla Mi e Mari vão a caça de algo comestível e acham uma MARAVILHOSA LATA DE ERVILHAS! Hummm, coração de pobre não bate só apanha, então olharam a validade e era de 2002 - talvez deva fazer parte da compra das sardinhas e patê.

Fim de festa só no Mairiporã Dakar, um cross road que senti até nos meus sonhos e terminar essa aventura com pedacinhos de salsicha preta. Valeu amiga enfermeira!

O que aconteceu nessa festa? Ninguém sabe direito, mas que a gente conheceu o ROBERLEY, ahhh isso conhecemos!!! hahahaha

Um parabéns especial para uma pessoa muito especial, a nossa querida chupadora e sempre poetiza, Vanessa Cavalcante, que completou anos no dia 22/05. Te amo muito amiga e desejo tudo que há de melhor pra você!!! Saudades mil!!!

Bjinhos... Gra

Ps1: Sorry, não tenho fotos desse evento...

Ps2: Ainda chuto poodles, menos a ceguinha e aquele monstro, hahaha.

Ps3: Parabéns Rooooooooo... Feliz Aniversário!!! Te adoro muito!!!

Ps4: Comprovada a eficacia da dança da minhoca!



Escrito por Oº°¿¨ TE CHUPO TODO ¨¿°ºO às 8:17:54 PM
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Fora! Gafe! Mico!

Por Gracia Cezarini

Um dia você já conviveu com uma gafe cometida, aquele fora vergonhoso, um mico que o deixou sem palavras? É certeza que sim. Nada mais natural que soltar aquela besteira em hora inoportuna, uma singela pérola que o deixa corado e vem a colorir o riso demasiado ou causar enorme desconforto no ar. Uma, duas, três vezes são suportáveis, mas, para o leitor eu confesso, sou uma viciada em "Fora! Gafe! Mico" de carteirinha assinada.

Até hoje não encontrei uma explicação para tamanha dedicação ao mico, essa vontade indiretamente constante em estar sempre a causar uma nova sintonia do "vergonhol", parece-me agir como um ímã.

Para se ter uma idéia da gravidade a qual estou exposta, outro dia, pela internet, embromei um "bom dia" a um amigo e, como resposta atochou a indagação "como está sua tia?". Assustei-me no momento que li, pois, dias atrás estava numa festa de família e rolou aquele famoso "barraco", sendo uma tia minha a grande protagonista da história - o motivo pelo qual a baixaria surgiu ainda não cheguei numa conclusão, mas que o negócio ferveu, ah isso ferveu! Embalada nesse ritmo, logo achei que meu amigo estava a par de tudo e abri o leque das desgraças familiares. Como ele sabia? Ótima pergunta! Simplesmente não sabia e, sim, havia feito a pergunta como uma piadinha matinal. Fora! Gafe! Mico!

Quer saber de outra situação ótima para cometer tais infortúnios? Nomes, sim nomes próprios. Se tiveres um nome estranho já pode esperar por uma, conhecer pessoas com nomes estranhos piora mais o gênero, só que ter o nome estranho e conhecer alguém com um nome bizarro é "Fora! Gafe! Mico!" na mosca. Se já aconteceu comigo? Óbvio que sim.

Madrugada na redação para fechar uma revista travada e os ânimos à flor da pele: fome, sono, cansaço. O diagramador comentou que meu nome era diferente, bastante forte para a profissão, mas, como uma boa pagadora de mico, já soltei que não gostava tanto assim por ser "Gracia Maria" - algo ligeiramente parecido com atriz de novela mexicana. Pelo menos o primeiro ainda dá para passar, só que a Maria não engolia, era péssimo. Daí comecei a chacotear as "Marias", porém cai na besteira de perguntar se ele concordava e já pela expressão percebi mais um "Fora! Gafe! Mico!". Ele tem uma filha chamada "Maria Fernanda".

Essa doeu lá no fundo do estômago. Quando se está em desespero a merda se alastra e você se borra todo. Para amenizar o fora que dei com o tal diagramador, fiz uma crítica sobre a chatice de alguns evangélicos fervorosos - meu chefe é um desses e pediu para eu escrever uma matéria na última hora sobre a igreja dele, sendo que eu nem sabia nada do assunto -, o mesmo cara não olha para mim e diz que faz parte da mesma igreja e que é casado com a filha do pastor.

Desisto mais não resisto! Se for ressaltar cada mico que paguei por causa do meu nome, ficarei horas a listar. Tenho duas histórias praticamente épicas sobre minha pessoa: a primeira aconteceu na sexta-série, estava na aula de história sofrendo de um sono magistral, um dos alunos pentelhos estava levando uma bronca e a professora berrou "Cadê a graça?" e eu semi-acordada e desesperada respondi "Estou aqui professora!"; a segunda estava um pouco maior, já na faculdade, apssei por um grupinhos de machos e um deles sussurrou "Oi graça!" e, mais uma inevitável vez, "Você me conhece?". Fora! Gafe! Mico!

Nada passa por minha imprudência, até mesmo um sujeito trajado de preto foi um alvo desse meu incansável vício: pensei que o cara era um garçom e fiquei horas acenando para que viesse me trazer um chope. Nessa relevância que afirmo que a noite vem a ser o palco da minha desgraça, nada como uma balada para difundir mais e mais o King Kong assolado dentro de mim.

Num barzinho perto de casa encontrei um amigão da época da escola. Conversa vai, conversa vem e, impaciente, minha irmã chamou minha atenção para que o apresentasse e assim foi feito:

- Essa é minha irmã Greice e esse é meu amigo Leandro.

- Prazer Jonatas.

Bochechas vermelhas, expressão de "putz que mal" e bola pra frente que o negócio é tentar fazer que o Jonatas esqueça. Lesada demais eu sou, mas nada se compara à volta de um Forró no metrô Anhangabaú. Acompanhada de uma turma de 11 pessoas, fui comprar a passagem, e cometi um erro fatal: em busca de minha carteira continuei a andar sem olhar para frente, até que trombei com a pilastra que organiza a fila e espatifei-me no chão além de levar mais cinco pilastras comigo. "Fora! Gafe! Mico!".

Nem um momento de tristeza escapou, quando fui ao velório do pai do meu ex-técnico de basquete acreditam que eu olhei pra ele e perguntei se estava tudo bem? Não satisfeita ainda pequei na missa de sétimo dia, pois vinha direto de um jogo do estadual e não tinha comido, no momento da hóstia fui a primeira da fila por estar morta de fome.

Embora eu reclame de tais momentos vergonhosos, penso que tudo que já vivi, passei, falei, enfim, só me transformou numa pessoa especial como também acontece com você que se identificou. A vida é pra ser vivida com muita alegria e nada melhor que a tornar numa verdadeira comédia pastelão.

Bjinhos... Gra



Escrito por Oº°¿¨ TE CHUPO TODO ¨¿°ºO às 4:59:47 PM
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